Sentir não é fraqueza.
É informação.
As emoções não se controlam: compreendem-se. E quem as compreende decide melhor e relaciona-se melhor.
Crescemos numa cultura que nos ensinou a calar o que sentimos. A empurrar para dentro. A responder «estou bem» quando não estamos.
Aprendemos muitas palavras para o mundo lá fora e quase nenhuma para o que se passa cá dentro.
Existimos para mudar isso.
Juntamos duas coisas que raramente andam juntas.
Décadas de investigação sobre o cérebro e as emoções, com a fonte de cada ideia e sem clichés.
Escuta, atenção e cuidado com a pessoa que está à frente. Às vezes, o mais importante é a pergunta que se faz.
Não acreditamos em fórmulas.
Cada pessoa cresce à sua maneira e ao seu ritmo. O nosso trabalho não é dar respostas prontas. É dar-te ferramentas para leres o que sentes, dares nome ao que te move e escolheres em vez de reagires.
A inteligência emocional não é um dom de alguns. É uma competência de todos.
E desenvolve-se em ti, a partir de hoje, à tua maneira.